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   ANO 17  l  Nº 102  l PUBLICADO EM 29 DE ABRIL DE 2020 

 

 

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Acidente grave expõe violência dos ônibus em São Paulo

Um morto e treze feridos foi o resultado de uma colisão violenta entre um ônibus e um micro-ônibus, na esquina das ruas Faustolo com Auréilia, no Bairro Lapa, em São Paulo.

 

 

Privatização e tarifa única para o saneamento

O Brasil deu os primeiros passos na busca de eficiência no saneamento básico, com coragem e tarifas reais, por volta dos anos 60 do século passado.

 

Um shopping sobre trilhos

Para comprar quinquilharias eletrônicas não vá à Rua Santa Efigênia. Tome o metrô ou um trem da CPTM e desfrute da comodidade de receber a oferta em suas mãos, literalmente.

 

Casadas à força nos EUA

Com este título o jornal Folha de S. Paulo publicou, no domingo (11/12), matéria surpreendente.

 

Supremo servilismo

A manutenção de Renan Calheiros como presidente do Senado, mas fora da linha de sucessão presidencial, é mais um casuísmo inventado pelo STF.

 

Receita para destruir um país

Tome um candidato derrotado nas últimas eleições para a Presidência da República. Não serve candidato de partido nanico, há que se escolher, de preferência, o maior adversário do vencedor, aquele que agiu com ferocidade acusatória durante a campanha eleitoral;

 

Democracia à inglesa e epistocracia

... Não foi o que aconteceu. Na “democracia” do reino, a decisão do povo não é respeitada.

 

Fora, FMI

Quando Fernando Henrique instituiu a privataria – termo criado pelo jornalista Amaury Júnior, autor do livro “A privataria tucana”, para questionar as discutíveis privatizações do patrimônio público, – houve quem alertasse que os males daí advindos seriam um retrocesso ao país por, pelo menos, trinta anos.

 

Teorias jurídicas e o previsível amanhã

O exercício da futurologia é tão escorregadio e traiçoeiro quanto têm sido certos vultos que ora perambulam em palácios Brasil afora.

 

Fora, FMI

Quando Fernando Henrique instituiu a privataria – termo criado pelo jornalista Amaury Júnior, autor do livro “A privataria tucana”, para questionar as discutíveis privatizações do patrimônio público, – houve quem alertasse que os males daí advindos seriam um retrocesso ao país por, pelo menos, trinta anos.

 

Cabaré Brasil

O governo provisório enfrenta o protesto dos sem teto e sem emprego, bem como de milhares que não reconhecem legitimidade em um grupo que assumiu o comando do país por caminhos escusos.

 

Proposta de medidas extracons-titucionais

Considerando a soberania democrática e os anseios do Povo Brasileiro;

 

O candidato da Folha de S. Paulo

CPMF, a Fiesp vai pagar esse pato?

Skaf ficará na história como o pato da Fiesp.

 

Instituições fortes

Fácil perceber então que, a despeito dos rumos que tem tomado o país, o que certamente nos é mais presente é a carência de instituições íntegras e fortes.

 

Sem palavras

 

Classe política rouba a profissão civil de Tiririca

A classe política e, por que não, o Judiciário que tem agido politicamente e no interesse de grupos e facções partidárias, deixam o Brasil à deriva em um mar inseguro e momentaneamente inóspito para os negócios internacionais.

 

Pedido de desculpas e manifesto de um corruptor

Não cremos que uma Andrade Gutierrez ou suas coirmãs, por maiores e mais poderosas que sejam, tenham credencias e dignidade para ditar, ou mesmo sugerir, rumos que levem a um Brasil melhor.

 

Banda da Lapa, uma das mais antigas do Brasil

 

Leituras de domingo

 
                   

 

Corrigir o mal feito

O Brasil é motivo de chacotas mundo afora. Charges e reportagens pipocam na Europa e na América, retratando um país que corre riscos dobrados nestes tempos de pandemia.

O coronavírus não escolhe castas sociais, raças ou cores. A todos ele ataca e mata.

E tudo é agravado por um dirigente que não tem simpatias pela vida alheia, apenas pela riqueza de alguns. Um cidadão que foi escolhido para liderar uma nação em tempos normais e não sabe como fazer. Que dirá em situações de guerra como a vivida no momento.

Um suposto líder que chega e toma como primeira providência a liberação de armas que possibilitam o aparelhamento de forças marginais. Milícias voltadas a atividades escusas, criminosas. Um tal messias que agora atropela o Exército Nacional e cassa portarias que controlam o armamento civil. Novamente, permite vantagens a criminosos.

Cabe lembrar que sua campanha política foi baseada em gestos que simbolizam "arminhas", prenunciando o que estaria por vir.

Como fomos cair em mãos de pessoa tão despreparada e inescrupulosa? Culpa da mídia, de um jornalismo ávido por fatos que permitam vender jornais em banca e visitas a sites, ou da ignorância completa de uma maioria que não soube no quê ou em quem estava votando? Culpa dos bolsoloides?

Pouco importa. Cabe às instituições democráticas a garantia do estado de direito e a correção do erro cometido. É urgente substituir a equipe de comando, ainda que tenha ela surgido dentro das regras democráticas.

E o STF (Supremo Tribunal Federal) começa a agir. Alexandre de Morais suspende a nomeação de amiguinho dos filhos de Bolsonaro para a Polícia Federal. Tal qual foi feito com Dilma Rousseff, impedida de nomear Luís Ignácio Lula da Silva para a chefia da Casa Civil. O mesmo caminho depois percorrido por Michel Temer, a quem foi negado nomear Cristiane Brasil, filha do ex-deputado Roberto Jefferson para cargo em seu governo, em troca de apoio político. Diga-se de passagem, o mesmo Roberto Jefferson que ora enaltece e endeusa Jair Messias Bolsonaro.

O presidente amarga grande revés e não pode nomear Alexandre Ramagem, cujas ações esperadas seriam a blindagem da família Bolsonaro. Parece que as instituições estão acordando, para o bem do país e da tão decantada democracia.

Esperemos por correções maiores e pela mudança definitiva: o afastamento do "líder" que pouco se importa com o elevado número de mortes da crise sanitária.

"E daí", se ele foi eleito. Mesmo assim, há caminhos para remover o erro cometido.

 

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Na Venezuela, como no Brasil e na Bolívia

Os fatos se repetem.

Quando certos políticos de um país não conseguem ganhar no voto, e isto hoje é perfeitamente previsível em qualquer pleito eleitoral, é armado um verdadeiro circo em torno da provável derrota. O objetivo é o mesmo de sempre: desestabilizar o evento para depois exigir anulação e nova eleição...

 

A Casan e a privatização do saneamento

As privatizações foram largamente incentivadas pelo governo da Inglaterra, levando seus simpatizantes a defender também o "estado mínimo" nos anos 80 e 90 do século XX. Margaret Thatcher implantou a política liberal, privatizando empresas como a Bristish Airways, telefonia, energia elétrica e transportes.

 

Acidente grave expõe violência dos

ônibus em São Paulo

Um morto e treze feridos foi o resultado de uma colisão violenta entre um ônibus e um micro-ônibus, na esquina das ruas Faustolo com Auréilia, no Bairro Lapa, em São Paulo.

 

Dia Mundial da Água, há o que comemorar

Habitualmente, em 22 de março fala-se sobre os males que o homem causa ao Planeta e sobre as ameaças que ele representa aos recursos hídricos. Palestras, seminários e alertas são feitos em favor da sustentabilidade, e muito pouco se concretiza como benefício obtido, sem prejudicar a Natureza.

Mas duas ações, ocorridas aqui mesmo no Brasil, trazem alguma esperança.

 

Espelho Vivo é marca registrada do grupo teatral criado e dirigido por Leci Rech

Para a jornalista e dramaturga Leci Rech, "A pessoa não pode sair do teatro sem nada na cabeça". Com este propósito, ela escreve peças, montou um grupo e dirige os ensaios até subir ao palco para mostrar seu trabalho.

Espelho Vivo tem marca registrada

O Teatro Ruth Escobar é testemunha disso. Lá o Grupo apresentou peças como, "Tem coelhada no jantar", "O macaco zebrado" e "Quem vê cara não vê furacão", entre outras que agradaram ao público infantil e também aos adultos.

 

Um shopping sobre trilhos

Para comprar água engarrafada, quinquilharias eletrônicas, pipoca, balas, chocolate, batata frita, capa para celular, pen drive, porta-documentos e muito mais, não vá à Rua Santa Efigênia  ou a um super-mercado. Tome o metrô ou um trem da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e desfrute da comodidade de receber a oferta em suas mãos, literalmente.

Ironias à parte, os serviços de transporte coletivo prestados pelo Metrô de São Paulo e pela CPTM virou um comércio sobre trilhos, tal é a invasão de ambulantes que se espremem dentro dos trens lotados, ofertando bebidas e bugigangas aos passageiros.

 

"Casadas à força nos EUA"

Com este título o jornal Folha de S. Paulo publicou, no domingo (11/12), matéria surpreendente.

Em página inteira, com reforço intitulado "Maioria das meninas se casa com adultos, diz ONG", o jornal publica foto de Naila Amin, "forçada a se casar nos EUA aos 15 anos com um primo que batia nela".

Manchete interna do jornal Folha de S. Paulo

 

Supremo servilismo

A manutenção de Renan Calheiros como presidente do Senado, mas fora da linha de sucessão presidencial, é mais um casuísmo inventado pelo STF.

Novamente a corte suprema fatia a Constituição Federal e cria artifícios para atender interesses setorizados, esquecendo que sua função maior é justamente ser o "Guardião da Carta Magna".

 

Um governo de ladrões, diz "Coxinha" da Paulista sobre Temer

Receita para destruir um pais

Democracia à inglesa e epistocracia

 

 

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Destaques:

17.03.2016 - Michel Temer e um sonho de verão

16.02.2016 - Dilma, o PT e Lula

06.02.2016 - Xô CPMF

18.01.2016 - O mundo nuclear, a ética e os acordos entre seus membros

16.01.2016 - Polícia paulista "envelopa" manifestantes e revive os tempos da ditadura

07.02.2014 - O metrô e o Dr. Geraldo

21.02.2012 - Bernardo e Bianca foi sucesso também no Ruth Escobar

17.10.2010 - Macaco Zebrado divertiu e educou a garotada

15.04.2004 - Perde o trabalhador, ganham os bancos - (Ano 1, Nº 1)

 

Índice Geral

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Opinião numa frase só:

"Talvez ingenuamente, eu não entendo como uma pessoa que enxerga o país à sua volta, vive suas desigualdades e sabe a causa das suas misérias, pode não ser de esquerda".

Luiz Fernando Veríssimo, na entrevista à Folha de S. Paulo, em 06/01/2020.

 

 

Espelho Vivo é marca registrada do grupo teatral criado e dirigido por Leci Rech

 

"Quem vê cara não vê furacão" virou minissérie

Leci Rech

Depois do sucesso alcançado no teatro paulistano, a peça escrita e dirigida por Leci Rech, "Quem vê cara não vê furacão",  virou minissérie no Youtube.

 

Usar óculos é uma opção

É possível enxergar bem sem óculos, sim! Acredite, com a ginástica ocular, pessoas de qualquer idade conseguem ver e ler bem, sem óculos.

 

Direita, volver!

E a democracia que se dane, para quê cumprir o calendário eleitoral? É mais fácil, rápido e sobretudo eficiente pela ausência da consulta soberana ao povo, declarar: Direita, volver!

 

A "revolução juvenil" como opção

Os poderes constituídos subjugam-se ao capital internacional e as formas atuais de governo dão mostras que não servem para estabelecer e regular o bem comum.

 

Governo que fecha escolas emburrece e trava o Brasil de amanhã

Assim é tratado o ensino brasileiro. Exatamente como querem que ele seja, um fracasso. 

 

Democracia e imparcialidade?

A parcialidade dos órgãos de divulgação, a chamada mídia, não tem limites. Em questões políticas não existe a palavra ética e tampouco respeito.

 

Leia o romance

Uma história leve, séria e atual.

 

Tem Coelhada no Jantar teve duas temporadas: No Ruth Escobar e no Plínio Marcos.

 

 

 

William Bonner combina pauta da Globo com Gilmar Mendes, do STF

- 'Vai decidir alguma coisa de importante hoje? Mando ou não mando o repórter?'.

-  'Depende. Se você mandar o repórter, eu decido alguma coisa importante.'"

 

São Paulo, 462

Questionam-se os motivos que levaram a Prefeitura a implantar tão ousada decisão.

 

A politização da Lava Jato

Se a ansiedade nacional para ver eliminada a corrupção é uma realidade, não é permitido aos integrantes da Lava Jato se contaminarem por ela.

 

A bola da vez

Na ocorrência de um conflito social, visível e próximo, os frutos podres da irresponsabilidade serão creditados ao conluio político-midiático-judicial.

 

Quem lembra de Mirian Dutra?

Durante o exílio, a jornalista manteve silêncio absoluto sobre os dois fatos: seu anulamento profissional pela Rede Globo, e o relacionamento amoroso com Fernando Henrique Cardoso.

 

A pessoa não pode sair do teatro sem nada na cabeça

Entrevista com a autora da peça Quem vê cara não vê furacão.

 

A mercantili-zação do voto

Raciocínio acerca do dinheiro que envolve o impedimento de Dilma

 

A República de Curitiba

A Lava Jato precisa redirecionar seu foco e buscar os culpados. Pouco importa se governistas ou militantes da oposição.

 

Nas ruas um pingo de esperança

Quem sabe, uma Constituinte formada por pessoas não político-partidárias?

 

Fosfoetanolamina, por

que tanta polêmica?

 

O insurgente

 

Do couro saem as correias

 

O Globo só pensa naquilo

 

O poder emana da boca de um fuzil

           

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     Veja e leia bem sem óculos

   

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